Arquivo X – 2ª Temporada (Episódios)


S02E01: Homenzinhos Verdes -Baseado na história do “Sinal Wow!”, Mulder vai até Porto Rico para visitar o observatório de Arecibo, atrás das evidências de contato alienígena. Desde o piloto, ele diz que tem contatos nas esferas políticas que garantem a ele uma espécie de aceso privilegiado ao Arquivo X, e aqui finalmente conhecemos seu “mecenas”.

O capítulo é interessante por si só, mas também um pouco desconexo e com o típico final que não avança em nada. Sua importância é mais interna, para o personagem de Mulder não desistir de seu trabalho e para nós continuarmos com fé no Arquivo X, que está abalado com a saída de Scully (devido a gravidez de Gillian Anderson). Foi preciso um capítulo com um contato real para manter a causa viva.

Avaliação: 4 de 5.

Muito Bom (4/5)


S02E02: O Hospedeiro – Preparem-se para ver um dos monstros mais feios, senão o mais feio, da TV neste episódio. Após um incidente em um navio russo, começam ataques no esgoto do que desconfiam ser um jacaré perdido e Mulder vai até Nova Jérsei investigar.

Nem há muito o que dizer; é uma obra prima com todos os elementos principais de Arquivo X. Um dos melhores capítulos de monstro da semana, o visual extremamente grotesco do homem-tênia se tornou inesquecível – que se consegue se tornar ainda mais grotesco quando ele decide um lugar para se esconder.

Avaliação: 5 de 5.

Excelente (5/5)


S02E03: Sangue – Duas grandes teorias da conspiração reunidas em um único e ótimo capítulo; em uma pequena cidade, pessoas começam a cometer crimes violentíssimos sem motivo aparente e induzidas por aparelhos eletrônicos.

Aqui é a série em plena forma, com duas premissas muito interessantes, uma mais atemporal (substâncias secretas sendo distribuídas à população) e uma mais datada (mensagens subliminares em aparelhos públicos), conversando muito bem. E ainda com um bônus bem interessante do próprio Mulder atingido pelo veneno.

Não é a narrativa oficial da produção, mas provavelmente este capítulo foi inspirado pelas experiências reais da CIA no projeto MKULTRA, quando drogas alucinógenas foram experimentadas em cidadãos americanos sem conhecimento deles.

Avaliação: 5 de 5.

Excelente (5/5)


S02E04: Insônia – Um capítulo muito importante devido à introdução de Krycek com uma trama a altura, mais uma grande utilização das teorias de conspiração de experimentos clandestinos: desta vez a depravação do sono para usos militares.

Com um excelente vilão numa excelente performance do ator, tivemos ainda a temática da culpa de guerra, muito comum ao cotidiano americano. O grande defeito foi já a revelação da natureza de Krycek já em seu primeiro capítulo, isso poderia ter sido mastigado durante os próximos episódios.

Avaliação: 4 de 5.

Muito Bom (4/5)


S02E05: Duane Barry – Mulder é chamado a Richmond para ajudar em uma negociação de reféns; o bandido reclama ter sido abduzido por alienígenas. Um começo relativamente despretensioso acaba tomando rumos muito complexos neste episódio; que desemboca no arco principal do seriado em seqüências bem tensas com Scully.

Com trabalhos muito bons dos personagens secundários, durante todo o capítulo o final permanece incerto, não sabemos qual é a verdade em relação ao antagonista. O pecado foi a cena inicial: com ela, vimos o personagem sendo “atacado” por alienígenas, o que nos inclina decisivamente a aceitar uma das versões ao invés de manter o desfecho em aberto. Além disso, a opção de fantasiar crianças de ets, o que se repetirá ao longo da série, dá um ar de Filme B.

Este capítulo tem muitas similaridades com Fogo no Céu, filme contemporâneo, que conta as alegações de Travis Walton, supostamente abduzido nos anos 70, descrevendo as torturas que sofrera nas mãos dos extraterrestres. Entretanto, a produção de Arquivo X não admite a inspiração.

Avaliação: 4.5 de 5.

Muito Bom (4,5/5)


S02E06: Ascenção – Em muita tensão, um capítulo de corrida contra o tempo enquanto Mulder tenta alcançar Duane, que viaja com Scully raptada em seu porta-malas. O único problema foi as seqüências de ação no teleférico que foram bem desconexas com o padrão do seriado – e bem toscas de um certo sentido, tentando extrair suspense de um veículo andando a 40 ou 50 km/h.

De resto, tudo muito bem conduzido; o desmascaramento de Krycek por Mulder, um pouco adiantado talvez, foi bem emocionante mesmo com a gente já sabendo. Da mesma forma, o personagem do diretor Skinner começa a ganhar seus principais contornos.

Avaliação: 4.5 de 5.

Muito Bom (4,5/5)


S02E07: Três – Após uma seqüência muito intensa de episódios do arco principal do seriado, temos uma pausa para um capítulo de monstro da semana e, desta vez, um clássico: vampiros. Pena que não passou muito de uma tentativa de David Duchovny colocar sua então namorada em exposição no seriado.

Com uma premissa interessante dos vampiros e seu ataque em trio, tudo começa a desmoronar quando é preciso transformá-la em interesse romântico de Mulder – agindo como “canalha” aqui. Inicialmente pintada como uma dos monstros, ela não se trata exatamente disso. O roteiro é forçado a transformá-la em dama em perigo para ser resgatada por Mulder e assim fecharem um par romântico, com várias cenas de flerte.

Se já não fosse o bastante ser um péssimo episódio, ficou esmagado no meio de uma trama contínua sobre o desaparecimento de Scully.

Avaliação: 1 de 5.

Muito Ruim (1/5)


S02E08: Uma Vida – Com apenas uma breve pausa, temos Scully de volta. Aparecendo sem explicação num hospital, ela luta pela sua vida em experiências de quase-morte. Conseguindo alinhar bem tanto seu roteiro quanto seus personagens, temos cenas marcantes de muitos coadjuvantes importantes: Sr. X, Skinner e Homem que Fuma, provavelmente em alguns dos melhores momentos desses três. Da mesma forma, também somos apresentados mais ao passado de Scully.

Este é um episódio praticamente perfeito, não só para Arquivo X quanto para seriados em geral. Ele é competente tanto falando sobre sua estória propriamente dita, quanto explorando mais dos protagonistas e antagonistas: tem as tramas conspiracionistas de sempre, paranormalidade, implicações no arco principal, e ainda desenvolvimento dos personagens.

Um ponto em especial que destaco negativo é como os Pistoleiros Solitários agora passam a ser conselheiros de Mulder. Embora carismáticos, são debochados até para os padrões das teorias de Arquivo X. Se antes os agentes consultavam cientistas para testar suas hipóteses, agora consultam pessoas que já vão acreditar de antemão no que eles dizem. A capacidade de um deles em analisar a genética no sangue de Scully é particularmente absurda.

Avaliação: 5 de 5.

Excelente (5/5)


S02E09: Caminhante de Fogo – E se o episódio da primeira temporada, Gelo, que se passa no Ártico, se chamasse Fogo e se passasse em um vulcão? Foi mais ou menos isso que aconteceu aqui. Uma equipe de pesquisa geológica enviada às profundezas da Terra acabou se tornando violenta e cortou contato.

Todas as premissas são interessantes, assim como o desenvolvimento do roteiro, entretanto, pela proximidade e temáticas similares (aqui com o sinal invertido) de Gelo, o capítulo se tornou um pouco previsível. Mesmo assim, é um belo exemplar de “monstro” da semana.

Avaliação: 3.5 de 5.

Bom (3,5/5)


S02E10: Museu Vermelho – Mais um episódio desta temporada que você vai assistindo achando alguma coisa mas que de repente estamos falando do arco principal. Tudo começa com um grupo de adolescentes que é abduzido depois devolvidos com inscrições, e isso numa cidade conhecida pela pecuária mas ao mesmo tempo sede de uma seita vegetariana – com um pedófilo no meio de tudo.

Sim, que coisa estranha. É um dos roteiros mais complexos do seriado, que foi motivo inclusive para reações negativas ao capítulo tanto dos espectadores quando dos críticos. Entretanto, vale o esforço, referências aos eventos chaves da temporada são fundamentais aqui e a amarração final entre todos os elementos é fantástica. Talvez precisasse de mais 10 minutos de tela para que tudo ficasse menos corrido.

Avaliação: 5 de 5.

Excelente (5/5)


S02E11: Excelsis Dei – Um asilo especializado em doenças mentais é um cenário muito assustador, mas desperdiçado em um capítulo que também tem uma premissa muito interessante jogada fora. Entidades invisíveis estão atacando funcionários do local, e tudo pode ter a ver com um remédio experimental para doenças degenerativas ou com um ritual xamânico.

Tem todos os elementos para dar certo, mas ele já começa todo errado com um estupro muito mal abordado por todos os envolvidos – aqui pesam os 30 anos do seriado – depois há uma pitada de xenofobia, e os efeitos especiais para retratar as entidades são bem fracos. Ao final, a inconclusão sobre os ocorridos é interessante, e não incomodaria caso tudo fosse melhor amarrado.

Avaliação: 2 de 5.

Ruim (2/5)


S02E12: Aubey – Uma mulher grávida passa a ter visões que ajudam a solucionar crimes cometidos décadas atrás. A premissa do capítulo, que vai se desenvolvendo na questão da Memória Genética, um conceito clássico da ficção científica, é bastante interessante, assim como as cenas de suspense, todas bem tensas.

A maquiagem da atriz assim como sua atuação apresentam muito bem a transformação que ela sofre ao longo do capítulo. Isso foi fundamental para a trama, que se tornou muito absurda ao longo do episódio, ser relativamente convincente (apesar a relação da gravidez com tudo ser muito bizarra). Com outra atriz e outra direção menos competentes, talvez o resultado fosse totalmente oposto.

Avaliação: 3 de 5.

Bom (3/5)


S02E13: Irresistível – Um dos raros capítulos sem elementos sobrenaturais, aqui, os agentes perseguem um profanador de cadáveres que gradualmente vai se tornando um assassino. É um episódio simples mas ao mesmo tempo um dos mais angustiantes e assustadores.

O trabalho do ator é excelente na pele do antagonista, se tornou um dos vilões mais ameaçadores do seriado mesmo sendo uma pessoa comum – bom, comum talvez seja demais. A reação de Scully, sendo legista, com os crimes relativos à profanação tinha tudo para ser excelente – um dos momentos mais íntimos da personagem – entretanto, tudo é posto a perder com umas alucinações inexplicáveis (e sem conseqüências) que ela têm.

Avaliação: 4.5 de 5.

Muito Bom (4,5/5)


S02E14: Mão que fere – Particularmente este foi o episódio do qual mais tive medo em todo o seriado, o bicho pega quando em um pequena cidade habitada por um grupo de satanistas aparentemente acaba fazendo sua crença se voltar com eles mesmos.

A partir daí seqüências bem assustadoras envolvendo magia negra, animais e demônios se desenrolam com os personagens. É tudo bem interessante, mas o capítulo acaba perdendo por conta da falta de amarração entre os acontecimentos e o que o teria os causado – o que paradoxalmente leva a uma moral cristã: não mexa com as forças do mal.

Avaliação: 4 de 5.

Muito Bom (4/5)


S02E15: Ossos novos – Outra grande temática esperada, Mulder e Scully vão enfrentar o poder do vodu; que fez vítimas entre os guardas de um campo de refugiados haitianos nos EUA. Um episódio bem macabro, contém uma cena em especial, no carro de Scully, que entra entre as mais assustadoras do seriado.

A história é bastante fechadinha e consegue misturar bem elementos pseudo-científicos e sobrenaturais em uma temática tão famosa, de modo a deixar totalmente em aberto a natureza dos ocorridos. O único porém é o personagem do garoto, e especialmente a revelação de sua identidade, dão um ar de moralismo um pouco deslocado em uma história tão sombria.

Avaliação: 5 de 5.

Excelente (5/5)


S02E16: Colônia – De volta ao arco principal, temos o capítulo em que somos apresentados à Samantha Mulder, um reencontro antecipado desde o primeiro episódio. A história da personagem terá muitas reviravoltas, como é de se esperar, mas foi uma decisão acertada trazer uma “versão” dela já na segunda temporada. Também conhecemos um dos principais antagonistas da série: o caçador de recompensas.

Por introduzir tanta coisa nova, este episódio sofre um pouco com essa carga de informação e exposição, fazendo que fique sensivelmente mais chato que sua continuação. De toda forma, é sim bem interessante, e novamente a “lógica invertida” dos gêneros de Arquivo X fica latente (para os parâmetros do entretenimento da época), Mulder muito mais sentimental que Scully.

Avaliação: 4 de 5.

Muito Bom (4/5)


S02E17: Fim de jogo – Dando uma seqüência a altura de Colônia, aqui estamos acompanhando o resgate de Scully – aliás, uma opção muito inteligente do roteiro em começar o capítulo anterior com Mulder em apuros mas terminá-lo com a situação de perigo de sua parceira – em um episódio de muita tensão e suspense.

Mas, felizmente, não é só de mistério que ele depende. Várias respostas e novos eixos da trama são apresentados aqui, e a sensação de mais peças completadas no quebra-cabeças é satisfatória. A seqüência final, do confronto de dois personagens no elevador é uma das cenas mais marcantes da série e coloca traços importantes para seu desenvolvimento.

Avaliação: 5 de 5.

Excelente (5/5)


S02E18: Falsa Simetria – Em um zoológico de uma cidade interiorana, animais estão desaparecendo e depois reaparecendo em outros locais. Os agentes são enviados para essa emergência animal, que, pela sinopse já entrega sua mensagem ambientalista. Na realidade, mais ou menos, afinal os ativistas ambientais são tratados como pessoas frias, sem sentimentos, extremistas… um clichê bem no comum nos Estados Unidos, onde o chamado “ecoterrorismo” é a maior ameaça interna às autoridades americanas.

Com alguns momentos inspirados (o animal invisível e a teoria geral) e outros menos (a morte de um personagem ao final soterrado por caixas), o episódio oscila bastante entre premissas inteligentes, clichês e confusão no enredo – a questão da invisibilidade é esquecida e as experiências com os animais são um pouco incoerentes: nunca ficou estabelecido que eram apenas fêmeas, e, da mesma forma, dá a entender que as gestações eram instantâneas.

Avaliação: 2.5 de 5.

Mediano (2,5/5)


S02E19: Calmaria – Após um grupo de marinheiros americanos ser resgatados em estado muito grave de saúde, o Arquivo X decide investigar por conta própria o navio de onde eles fugiram, que está à deriva na costa da Noruega. O episódio começa com uma clássica teoria da conspiração, o Experimento Filadélfia, mas acaba tomando rumos mais terrenos.

Normalmente me agrada essa guinada para a sobriedade, mas aqui conforme as coisas vão ficando cada vez mais “comuns”, parece que o episódio vai perdendo o fôlego – mesmo porque a resolução também não é lá muito inspirada, afinal os protagonistas apenas esperam o resgate. O contraste entre a simplicidade da trama e a extravagância das maquiagens prejudica muito o rumo que querem tomar.

Avaliação: 2.5 de 5.

Mediano (2,5)


S02E20: Fraude – Em um episódio de várias subversões, os agentes vão investigar a morte de um pai de família em uma cidade pequena habitada por várias aberrações humanas (inclusive a vítima); pessoas com membros a mais, anões, ilusionistas… um verdadeiro circo.

Com muita bizarrice, o capítulo consegue ter tanto momentos de humor negro quanto terror, e o monstro com certeza figura entre os mais horríveis e assustadores da série. O roteiro é bem amarradinho e praticamente não há pontas soltas, todos os personagens e questões tem sua importância ao longo do seu desenvolvimento.

Avaliação: 4.5 de 5.

Muito Bom (4,5/5)


S02E21: Os Calusari – Uma coletânea de clichês de filmes de terror compilados neste episódio de Arquivo X, que tenta recontar O Exorcista. Após a morte de uma criança de dois anos, a família passa a receber atenção dos agentes que decidem investigar se tinha algo além de um aparente acidente.

É difícil apontar onde é que poderiam ter parado a história para evitar que o capítulo se tornasse tão extravagante, já que na metade há até mesmo menções de um personagem estar possuído por Hitler. Evitar o clichê mais-que-cafona da identidade do espírito maligno poderia ter diminuído os danos do episódio, que até foi competente nas cenas de terror.

Avaliação: 2 de 5.

Ruim (2/5)


S02E22: F. Emasculata – Nessa temporada temos capítulos que despretensiosamente começam a fazer parte do arco principal, este aqui a impressão é a inversa: parece que é algo do arco principal mas no final não é o caso. Tudo começa quando um resto de cadáver de um animal é entregue em uma prisão, desencadeando uma contaminação em massa entre os presos por uma doença misteriosa.

São vários momentos inteligentes (a sacada dos homônimos é genial) e no geral é um capítulo bem tenso e fechadinho – embora o meio de transmissão exija um pouco de boa vontade do parte do espectador, com a doença espontaneamente saltando do doente. O que estraga é uma discussão sobre liberdade de expressão e domínio público muito mal colocada. De todas as dezenas de capítulos em que seria pertinente o direito do público saber das coisas, isso apareceu justamente em um que dava margem para controvérsia.

Avaliação: 4 de 5.

Muito Bom (4/5)


S02E23: Luz Suave – Com a participação de Tony Shalhoub, este acabou se transformando em um dos episódios mais famosos do seriado, e conta a estória de um homem capaz de assassinar as pessoas com sua sobra. Pela sinopse e característica, daria tudo a entender que seria uma temática mais paranormal, mas, no caso, ela tenta se enveredar por explicações toscas baseadas em pseudo-ciência – que torna o único episódio mais datado em argumento desta temporada.

É tudo muito absurdo, quase faz causar risos involuntários, lembrando Roland, da temporada anterior. Felizmente ao final, a participação de Mr. X transforma completamente o episódio, e um final muito sombrio garante que ele acabe se destacando.

Avaliação: 3 de 5.

Bom (3)


S02E24: Nossa Cidade – Em mais uma parada obrigatória de Arquivo X entre as bizarrices do mundo, desta vez a investigação gira em torno do desaparecimento de um inspetor sanitário após ele observar irregularidades em uma grande granja que é a principal fonte de renda de uma pequena cidade.

Abusa um pouco de clichês, mas no geral consegue ser um capítulo bem tenso e bem escrito, com as motivações de todos os personagens sempre claras. O pecado aqui foi colocar uma paranormalidade em um mistério que seria sólido mesmo sem nenhum elemento sobrenatural.

Um outro problema é que normalmente as sinopses nos serviços de streaming sempre entregam um spoiler que os roteiristas esperavam que você descobrisse junto com Mulder e Scully – se conseguir, tente clicar para assistir sem ler.

Avaliação: 4 de 5.

Muito Bom (4)


S02E25: Anasazi – Após um bom intervalo voltamos ao arco principal no final da temporada. Tudo começa quando numa reserva indígena, são encontrados restos humanoides que parecem extraterrestres. Então uma conspiração internacional se inicia para abafar essa descoberta.

Um episódio muito importante que acaba sendo talvez o maior marco do desenvolvimento do arco principal. A partir daqui, os contornos da conspiração se tornam gigantescos e cada vez mais complexos. O que, se era inevitável, tem seus prós e contras: ficará mais difícil acompanhar a trama aqui. Especialmente porque ao mesmo tempo que se expande o escopo, mais pessoal a jornada se torna para Mulder.

De qualquer forma, este episódio é ótimo com vários elementos interessantes interagindo muito bem; a conspiração internacional, os ataques de violência, a criptografia e, claro, alienígenas.

Avaliação: 5 de 5.

Excelente (5/5)


Arquivo X


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Publicado por Lucas Palma

Paulistano, desde que me lembro por gente fascinado pelas possibilidades do futuro, em games, filmes e seriados, herança paterna e materna. Para surpresa geral, ao final da juventude descobri fascínio também justamente pelo oposto, me graduando e mestrando em História, pela Universidade Federal de São Paulo. Sou autor de Palavras de Revolução e Guerra: Discursos da Imprensa Paulista em 1932.

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