Quando estreou a série sobre The Wticher, lá na virada de 2019 para 2020, eu assisti mas não me pegou. Coincidentemente, acabei assistindo dias depois Monty Phyton e o Cálice Sagrado, de 1975, uma das maiores comédias de todos os tempos. O mais impressionante, é que nesse acaso, foi possível perceber que o filme, realizado quase 50 anos antes, ironizava uma série de clichês e convenções de fantasias medievais que o seriado, baseado em um grande jogo, ainda era dependente meio século depois.
Após assistir Jornada nas Estrelas: Academia da Frota, vou repetir a mesma experiência e buscar assistir Não é mais um besteirol americano, filme de 2001, nem de longe tão genial quanto O Cálice Sagrado, mas que parodiava muito bem várias convenções de dramas adolescentes dos anos 80 e 90 – e foi boa parte do que me pegou na minha juventude. A experiência de assistir agora é porque este seriado é quase que exclusivamente dependente dos mesmos clichês daqueles longas da sessão da tarde, um quarto de século adiante.
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